Análise Jogo Brasileiro – Gryphon Knight Epic

Análise Jogo Brasileiro – Gryphon Knight Epic

Salve salve pessoal…

Trago para vocês hoje a análise de um jogo brasileiro que mistura Shoot’em Up com Ação, o Gryphon Knight Epic.

Introdução

Gryphon Knight Epic é um Shoot’em Up em 2D feito em Pixel Art, com uma temática Medieval, misturando elementos de jogos de ação com os famosos jogos de navinha.

Na história do game, você controla Sir Oliver e Aquila, um condecorado cavaleiro e seu leal grifo. No game, existiu um dragão que atacou o mundo, então 7 bravos guerreiros dos reinos se juntaram para vencer a fera, ao vencer encontraram um tesouro e cada um ficou com um artefato. Eis que os artefatos eram amaldiçoados, e assim Sir Oliver descobrindo isso, parte para ajudar seus amigos e salvar o mundo.

Sub Chefe
Sub Chefe “sapão” do mal rs

Som

As músicas do game lembram aqueles filmes antigos de ação, e em cada fase (como a dos piratas e a do vilarejo) a música é única e combina com o ambiente, parece até que você ouve alguém tocando piano combinando com o ambiente. Infelizmente algumas fases, as músicas não são tão chamativas, e acabam passando despercebidas.

Chefe da fase da Floresta com o Arco e Flecha
Chefe da fase da Floresta com o Arco e Flecha

Os efeitos sonoros são simples, na maioria dos casos, os inimigos emitem o mesmo som, e esses sons com o tempo, podem causar um certo cansaço.

Última fase que você escolhe os chefes para enfrentar
Última fase que você escolhe os chefes para enfrentar

Gráfico

O gráfico do jogo segue o estilo Pixel Art, sendo que é bem desenhado e animado. Algumas fases existem muitas animações e detalhes ao fundo (como a fase de gelo e guerras acontecendo atrás), porém tem outras fases que o cenário de fundo quase não se altera, e como a rolagem da tela é lenta, causa uma certa estranheza.

Sub Chefe Elefante
Sub Chefe Elefante

Existem alguns efeitos que simulam fumaça, e os tiros especiais cada um tem uma animação, assim como os escudeiros que te acompanham.

O gráfico do game, lembra um pouco do gráfico do Tibia, onde apesar de ser em Pixel Art, o contorno e bordas dos personagens são mais visíveis.

Animação da jogabilidade
Animação da jogabilidade

Controles

Basicamente os controles do game são:
A – Tiro Especial (gasta energia)
X – Tiro Rápido
Y – Usar Item
B / RT / LT – Mudar direção do personagem (Voar indo para Esquerda ou Voar indo para Direita)
RB / LB – Alternar entre os poderes do tiro especial
Select – Abrir inventário para selecionar poder, escudeiro e item

O game basicamente segue os moldes de um Shoot’em Up, porém ele tem muita influência de outros games, como por exemplo, Megaman. Mas como assim?

A cada fase do game, existem 2 cenários, um com subchefe e um com o chefe, além do que, ao vencer o chefe, você pega o artefato que era amaldiçoado do inimigo, e se transforma em uma arma sua, e cada chefão tem uma fraqueza contra cada tipo de arma (se bem que eu usei acho que umas 2 ou 3 no máximo).

Fase da savana
Fase da savana

Diferente de outros Shoot’em Up de rolagem (na maioria das vezes) horizontal como R Type e Parodius, em Gryphon Knight Epic, não existem muitos tiros na tela, com exceção de uma ou outra parte, não é aqueles bullet hell insanos, dando uma pegada bem tranquila.

A cada inimigo vencido, você ganha dinheiro, onde você pode comprar itens ou aprimorar poderes, e às vezes eles soltam uns itens mágicos (em formato de losango), que servem para recarregar a sua vida, ou energia, etc. Os tiros especiais gastam parte da sua energia que pode ser recarregada normalmente com o tempo.

Existem vários itens que podem ser comprados e usados (mas com quantidade limitada), como aumentar velocidade do tiro, restaurar vida, etc. Além dos itens, você também pode carregar com você escudeiros como dragão (que atira em linha reta), bruxa (atira em todos os lados), fada (te revive), etc. Sendo que para aumentar ou usar o poder dos escudeiros você deve coletar os itens mágicos (losangos) da cor amarela.

Sub Chefe Árvore
Sub Chefe Árvore

Diversão

Quando comecei a jogar o game, me empolguei, pois juntava dois mundos que gosto bastante, os Shoot’em Up e os jogos de Megaman. As fases são diversificadas, tanto os inimigos quanto os chefes, o que dá aquela vontade de descobrir e zerar.

Eu zerei o game no normal, e após zerar e ver o final, percebi que tinha algum final secreto, então zerei novamente no difícil coletando todos os power-ups para ver o final. O game mesmo no normal, é um pouco difícil, mas nada que treino e a utilização de itens não ajudem.

Fase de introdução - tutorial
Fase de introdução – tutorial

Existem várias piadas dentro do jogo que também te divertem, como quando vemos o filho do Sir Oliver, e mesmo bebê ele tem bigode, ou quando o Sir Oliver se encontra com um gênio, e ele pensa em um pedido para fazer.

O ritmo do game é bem tranquilo, não é rápido e alucinante como outros Shoot’em Up, o que causa uma sensação de leveza no game, mas que para jogadores que gostam de uma pegada mais rápida, pode acabar criando uma insatisfação.

A campanha do jogo leva cerca de 3 horas, no total são 8 fases (contando com o tutorial / introdução), sendo que 6 fases são divididas em 2 partes.

Com exceção das pessoas que gostam de fazer conquistas, o game não tem muito fator replay, sendo que após zerar 1 ou 2 vezes, dificilmente você irá jogar novamente.

Outras informações

Quando eu estava zerando o game, eu percebi claramente a inspiração em Megaman, e para minha surpresa nos créditos do game, é mostrado que uma das inspirações realmente foi Megaman.

Outro detalhe que achei bacana, é que existem vários Easter Eggs no game fazendo referências a personagens de outros games, o primeiro que vi, foi o Aritana (que também é brasileiro), ai nos créditos do game mostram todos que é feito essa referência.

Chefe pirata
Chefe pirata

Preço

Na PSN, o jogo está R$ 30,90, Clique Aqui para saber mais.

Na Steam, o jogo está R$ 13,99, Clique Aqui para saber mais.

Na Xbox Live, o jogo está R$ 19,00, Clique Aqui para saber mais.

Fase da água
Fase da água

Considerações Finais

Gryphon Knight Epic é uma grata surpresa para o mercado nacional, sendo divertido, porém sem muito fator replay.

Caso você goste de jogos Shoot’em Up ou de games na linha de Megaman, Gryphon Knight Epic é ideal para você.

Mas caso você goste mais no estilo Bullet Hell, pelo ritmo desse jogo ser mais lento, pode ser que não te agrade tanto.

Bom pessoal, por hoje é só.
Abraços e até a próxima.

About Dan_Atilio

Analista e desenvolvedor de sistemas. Técnico em Informática pelo CTI da Unesp. Graduado em Banco de Dados pela Fatec Bauru. Entusiasta de soluções Open Source e blogueiro nas horas vagas. Autor do projeto Terminal de Informação, onde são postados tutoriais e notícias envolvendo o mundo da tecnologia.

2 comentários em “Análise Jogo Brasileiro – Gryphon Knight Epic

  1. Muito bom Daniel, mais uma excelente análise.

    Me pareceu um jogo interessante apesar de não gostar de Shoot’em Up. O mercado brasileiro está crescendo demais e com isso a qualidade só que aumenta e digo isso baseado nas análises que vejo aqui.

    Seria interessante uma postagem sobre o estilo PixelArt o que acha? Como ela realmente funciona…

    Grande abraço.
    Att.

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